Aos 19 anos, Joviana começava a faculdade. Dias depois, sua família procurava respostas sobre sua morte

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Aos 19 anos, Joviana começava a faculdade. Dias depois, sua família procurava respostas sobre sua morte

A jovem havia acabado de ingressar na universidade quando desapareceu em Santa Catarina; quatro dias depois, foi encontrada morta no quarto da casa do namorado

Redação PCI | Grupo Guilherme Detoni - Com informações da CNN Brasil
Portal de Notícias
13 de agosto de 2026 às 19:233 min de leitura
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Uma matrícula na universidade costuma representar planos, expectativas e o começo de uma nova etapa. Para Joviana Evelyn Lankovski, de 19 anos, esse capítulo havia acabado de começar.

Ela tinha ingressado naquele semestre na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Poucos dias depois, porém, seu nome deixaria o ambiente universitário para aparecer nas notícias policiais de Santa Catarina.

Joviana desapareceu em 6 de agosto. Durante quatro dias, a família tentou entender onde ela estava. Segundo as informações divulgadas sobre o caso, inconsistências nas mensagens recebidas durante o período aumentaram a preocupação e levaram os familiares a procurar a polícia.

Na segunda-feira, 10 de agosto, veio a notícia que ninguém esperava receber.

A Polícia Militar foi até uma residência no bairro Santa Apolônia, em Sangão, após surgir a informação de que a jovem poderia estar morta no imóvel. Joviana foi encontrada sem vida dentro de um quarto que estava trancado.

O local era a casa do namorado.

Segundo a Polícia Civil, o jovem de 21 anos posteriormente se apresentou de forma voluntária na delegacia e confirmou a autoria do crime. Ele foi preso em flagrante e o caso foi registrado como feminicídio.

Uma vida universitária que mal havia começado

Passados os primeiros dias de repercussão, um detalhe ajuda a dimensionar o tamanho da trajetória interrompida: Joviana tinha apenas 19 anos e estava justamente no início da vida universitária.

Ela havia acabado de ingressar na Unesc.

Depois da confirmação da morte, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade publicou uma nota de pesar. A manifestação também chamou atenção para o enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.

É justamente esse ponto que faz com que a história de Joviana não termine quando deixa as manchetes do dia.

Entre o início de uma graduação e a mobilização de uma família à procura de uma jovem desaparecida passaram-se poucos dias. Uma rotina que deveria estar sendo preenchida por aulas, novos colegas e projetos para o futuro terminou em uma investigação criminal.

O caso permanece como mais uma história de violência contra a mulher registrada em Santa Catarina. As circunstâncias e os procedimentos relacionados ao crime seguem sob responsabilidade das autoridades competentes.

Joviana tinha 19 anos.

E uma vida universitária que estava apenas começando.

Fonte: Com informações da CNN Brasil

Comentários (2)

  • Ana Ribeiro

    Excelente cobertura, parabéns pelo trabalho!

  • Paulo Nogueira

    Ótima análise. Muito esclarecedor.